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Ficar muito tempo sentado aumenta risco de embolia pulmonar

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Vida sedentária é fator importante para o surgimento da doença, principalmente em mulheres

O sedentarismo é causa significativa de doenças do coração. Segundo estudo publicado na renomada revista científica British Medical Journal, mulheres que permanecem sentadas por longos períodos apresentam duas a três vezes mais chances de desenvolver coágulos de sangue nos membros inferiores, que poderão migrar para os pulmões, quando comparadas a mulheres mais ativas.

O estudo também considerou fatores relevantes neste grupo, como idade, índice de massa corporal e fumo, comprovando a evidência de que o sedentarismo está fortemente associado à embolia pulmonar.

“Atividades físicas aeróbicas, como caminhada, corrida ou ciclismo, são consideradas essenciais para a prevenção da embolia pulmonar, pois propiciam melhor amplitude respiratória, estimulam a circulação e por meio da contração muscular nas pernas, imprimem maior velocidade para o retorno do sangue”, explica o Cirurgião Vascular e Radiologista Intervencionista Dr. Airton Mota Moreira, da Clínica CRIEP (Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa).

A embolia pulmonar corresponde à obstrução súbita de uma artéria do pulmão, que se conecta com as veias que chegam das pernas e do abdome. A causa geralmente é um coágulo de sangue que pode se originar nas pernas, num quadro conhecido como trombose venosa profunda.

Este “coágulo” pode se desprender e viajar através da corrente sanguínea até os pulmões e produzir sintomas que incluem dificuldade para respirar, dor no peito, tosse com sangue e morte.

“Técnicas como a implantação de um filtro na veia cava para alguns casos de trombose venosa profunda das pernas, realizadas pelo Radiologista intervencionista, quando indicadas rapidamente, podem evitar a chegada do trombo até o pulmão.

Quando a embolia pulmonar já está estabelecida, outras técnicas por cateter podem ser utilizadas para salvar a vida, como a dissolução dos coágulos nos vasos do pulmão (trombólise pulmonar) visando reestabelecer a circulação local.

Entretanto, em função do risco de um episódio fatal já no início da doença, inovações nesta área não poderão substituir medidas simples de prevenção às quais todos temos acesso, como movimentar as pernas em situações de imobilização prolongada, manter-se hidratado, não fumar e ter cuidado com o uso de anticoncepcionais quando houver risco pessoal aumentado.

Para maiores esclarecimentos e uma avaliação deste risco pessoal, procure um médico especialista na área – Cirurgião Vascular ou Radiologista Intervencionista”, explica Dr. Airton.

 

Dr. Airton Mota Moreira, médico do CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – especialista em Angiorradiologia e radiologista intervencionista,iniciou sua formação no Piauí, onde completou graduação em Medicina no ano de 1990 pela Universidade Federal local (UFPI). Residência Médica credenciada pelo MEC em Cirurgia Geral e Cirurgia Vascular Periférica. Obteve o Título de Especialista em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia pela Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular (SoBRICE).

CRIEP – Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa – centro médico e de pesquisas que é referência nacional e internacional nas áreas de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular, especialidades voltadas ao tratamento minimamente invasivo de doenças com o auxílio de métodos de imagem. Desde 1997, por meio de uma equipe de médicos da Universidade de São Paulo (USP) formada pelo Prof. Dr. Francisco Cesar Carnevale, Dr. Airton Mota Moreira e Dr. André Moreira de Assis, o CRIEP oferece, aos pacientes, uma série de tratamentos por meio de técnicas e equipamentos tecnológicos mais avançados. Site: http://www.criep.com.br


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