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Qual a sua Zona de Conforto?

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Poderia começar esse texto perguntando o que você tem feito para se sentir mais feliz, realizado (a) e bem consigo mesmo (a), ou o que tem deixado de fazer, por acreditar que não seja a hora certa ou o que é pior, acreditar que você não seja capaz de alcançar o que deseja.

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Acredito que grande parte das pessoas já se pegou pensando ou criando estratégias para mudar certa realidade, mas que infelizmente estacionaram nas táticas e assim, guardaram seus “grandes feitos” na gaveta. Essas mesmas pessoas ficam estacionadas no instante da imaginação, se surpreendendo com os possíveis resultados que certas mudanças ocasionariam em suas vidas.

Esse “ficar estacionado” é o que eu chamo de zona de conforto, que enquadra tudo aquilo que você esta acostumado (a) fazer, falar, pensar ou sentir sobre algo, sobre si mesmo ou sobre os outros. É aquilo que ficou natural, familiar, habitual e que por fim, ficou “confortável”.

Mas é importante advertir que nem tudo aquilo que é confortável é saudável. Por isso, fazer uma reflexão sobre sua própria vida pode te ajudar a enxergar os “pontos cegos” que impedem seu desenvolvimento. Importante dizer também que não basta enxergar estes pontos cegos é necessária certa movimentação, empenho e vontade de querer fazer e ser diferente.

Um exemplo clássico é a mudança do estilo de vida. Muitas pessoas anseiam por uma vida mais saudável, mas o que elas tem feito? Procuraram alguma atividade física, estão se alimentado melhor, mudaram alguns comportamentos viciosos e sedentários?

Muitas colocam a esperança de uma mudança na segunda-feira e quando esta chega nada fazem. Continuam fazendo as mesmas coisas que estavam fazendo, bom, isso é a zona de conforto delas, é a forma que encontraram para se auto sabotar sem perceber…

Permanecer neste estado letárgico pode exigir muito mais esforço do que você imagina, além de suprimir momentos e conquistas que proporcionariam estados de felicidade, de bem estar consigo e com os outros, pois neste estado “confortável” não existe crescimento, não existe desenvolvimento, existe apenas uma ideia errônea do “controle”, mas acredite não é você que esta controlando as coisas, mas o contrário.

Por isso qualquer que seja a sua zona de conforto, reflita sobre ela, sobre o que você tem feito para mudar e alcançar aquilo que você tanto sonha, pois se não houver alguma ação, algum movimento de sua parte possivelmente sua realidade continuará a mesma.

Nem todas as pessoas conseguem ter essa reflexão sozinha, às vezes até percebem quais são esses estados, mas não conseguem agir de forma diferente, por isso o processo psicoterápico pode ajudar.

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Lingia Menezes de Araújo
Psicóloga Clínica
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OBS.: Todo o conteúdo desta e de outras publicações tem função informativa e não terapêutica.


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